Eu escrevi um livro, plantei uma arvore e criei um filho. Hoje, meu filho embaixo da arvore, queimou o livro.
Millor Fernandes, humorista.
Eu escrevi um livro, plantei uma arvore e criei um filho. Hoje, meu filho embaixo da arvore, queimou o livro.
Millor Fernandes, humorista.
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A professora pergunta a seus alunos:
– Se existem 3 passarinhos em um galho e você atira em um, quantos sobram?
– Nenhum! – responde o Joãozinho – todos saem voando com o barulho do tiro.
A mestra fica surpresa com a resposta:
– Não era essa a resposta que eu esperava, mas gostei muito do seu modo de pensar.
– Agora eu posso fazer uma pergunta pra senhora – pediu o Joãozinho.
– Pode Joãozinho.
– Tem 3 mulheres sentadas em um banco com picolés na boca. Uma lambendo o sorvete, outra está chupando e a terceira esta mordendo. Qual delas é casada?
A professora fica vermelha de vergonha, mas responde, timidamente:
– A que está chupando.
– Não! A casada é a que tem uma aliança no dedo, mas eu gostei muito do seu modo de pensar…
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Um grupo de anões resolve jogar uma partida de futebol. Alugam um
campinho de várzea e vão pra lá contentes da vida.
Chegando, percebem que não existe vestiário, e decidem vestir o uniforme no banheiro do boteco do Pedrão, lá pertinho.
Todos entram e se dirigem para o fundo do bar e perguntam pro dono onde fica o banheiro.
Depois de algum tempo chega um bêbado e pede uma pinga.
Após alguns minutos, passam pelo bêbado os jogadores de azul.
O bêbado não entende a cena, mas continua bebendo.
Em seguida, passam os jogadores de vermelho. Daí o bêbado chega pro dono do bar e diz:
O Pedrão fica esperto meu, que o seu pebolim tá fugindo.
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Um jovem muito bonito estava fazendo compras no supermercado (pode até ser o Supermercado Dante), quando notou que uma simpática velhinha o seguia por todos os lados. Se ele parava, ela também e ficava olhando fixamente nele. Finalmente, já no caixa, ela se atreveu a falar com ele:
— “Espero que não o tenha incomodado com meus olhares, mas é que você se parece demais com meu filho que faleceu, o querido Adalberto”.
O jovem, com um nó na garganta, respondeu que tudo bem, que não havia problema.
A velhinha lhe disse:
— Quero te pedir uma coisa. Só uma, por favor!
O jovem respondeu:
— Sim, pode pedir.
O rapaz estava quase chorando de emoção.
A velhinha falou que queria que ele lhe dissesse “Adeus, mamãe!”, quando ela fosse embora do supermercado. “Isso me fará muito feliz”, disse.
O jovem, sabendo que seria um gesto que encheria o coração e espírito da velhinha, aceitou na hora.
Então, enquanto a pobre velhinha passava pela caixa registradora, se voltou sorrindo e, agitando sua mãozinha, disse:
— Adeus, meu filho!.
Ele, cheio de amor e ternura, lhe respondeu comovido:
— Adeus, mamãe!.
O rapaz, contente e satisfeito, pois com certeza, havia dado um pouco de alegria à bondosa velhinha, continuou passando suas compras.
— São r$559,oo, lhe disse a moça do caixa.
— Por que tanto se só levo cinco produtos baratos. Verifique novamente, pois minha conta deve dar uns r$15,oo mais ou menos.
E a moça do caixa lhe disse:
— Sim, mas sua MÃE disse que você pagaria pelas compras dela também…
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Um homem entra num restaurante com uma avestruz atrás dele. A garçonete pergunta o que querem. O homem solicita: “um sanduíche, batatas fritas e um suco de laranjas”. E vira-se para a avestruz: “E você, o que vai querer?” “Eu quero o mesmo”. Responde a avestruz para o homem.
Depois de um tempinho a garçonete traz o pedido e a conta no valor de r$32,50. O homem põe a mão no bolso e tira o valor exato para saldar a conta. No dia seguinte o homem a avestruz retornam e o homem diz: “um sanduíche, batatas fritas e um suco de laranjas”. E vira-se para a avestruz: “e você?” – “eu quero o mesmo”, responde a avestruz. De novo o homem coloca a mão no bolso e tira o valor exato para pagar a conta. Isto vira uma rotina até que um dia a garçonete pergunta: “vão querer o mesmo?” “Não, hoje é sexta feira e eu quero um file mal passado com salada”, diz o homem. “Eu quero o mesmo” diz a avestruz. Após trazer o pedido, a garçonete mostra a conta e diz: “hoje são r$87,60”. O homem coloca a mão no bolso e tira o valor exato para pagar a conta, colocando em cima da mesa. A garçonete não controla a sua curiosidade e pergunta: “desculpe senhor, mas como o senhor faz para ter sempre o valor exato a ser pago?” E o homem responde:
“Há alguns anos eu achei uma lâmpada velha e quando a esfregava, para limpar, apareceu um gênio e me ofereceu dois desejos. Meu primeiro desejo foi que eu tivesse sempre no bolso o dinheiro que precisasse para pagar o que quisesse”. “Q ue idéia brilhante”, falou a garçonete, e continuou: “A maioria das pessoas deseja ter um grande valor em mãos ou algo assim. Mas o senhor vai ser tão rico quanto quiser!”.
“É verdade, tanto faz se eu pagar um litro de leite um carro Mercedes, tenho sempre o valor necessário no bolso”. Concluiu o homem.
E a garçonete perguntou mais curiosa ainda: “E a avestruz?”.
“O meu segundo desejo foi ter como companhia alguém com uma bunda grande, pernuda, enfim um coxão vistoso, e que concordasse comigo em tudo”.
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PRIMEIRA LIÇÃO
Dois funcionários e o gerente saem para almoçar e na rua encontram uma velha lâmpada a óleo.
Eles esfregam a lâmpada e de dentro sai um Gênio. O Gênio diz:
— Eu só posso conceder três desejos, então, dou um a cada um de vocês.
— Eu primeiro! Grita um deles. Eu quero estar nas Bahamas no meu iate, sem ter preocupação nenhuma na vida.
Pufff!! E ele foi…
O outro rapidamente faz o seu pedido:
— Eu quero morar no Havaí, com o amor de minha vida numa belíssima mansão à beira da praia.
Pufff!! E ele foi…
— Agora você – fala o Gênio para o gerente.
— Eu quero aqueles dois palhaços de volta ao escritório logo depois do almoço para uma reunião!
CONCLUSÃO:
Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.
SEGUNDA LIÇÃO
Na África, todas as manhãs, o veadinho acorda sabendo que devera conseguir correr mais do que o leão, se quiser se manter vivo.
Todas as manhãs o leão acorda sabendo que devera correr mais do que o veadinho, se não quiser morrer de fome.
CONCLUSÃO:
Não faz diferença se você é o veadinho ou o leão. Quando o sol nascer, você tem de começar a correr.
TERCEIRA LIÇÃO
Um corvo está sentado numa arvore o dia inteiro sem fazer nada.
Um pequeno coelho vê a ave e pergunta:
— Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?
O corvo sorrindo, responde:
— Claro! Porque não?
O coelho senta no chão embaixo da arvore, e relaxa na maior preguiça.
De repente uma raposa aparece e come o coelho.
CONCLUSÃO:
Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo.
QUARTA LIÇÃO
Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade. Pega um balde vazio e se encaminha junto às arvores frutíferas.
No caminho ao passar por um lago, ouve vozes femininas de pessoas estranhas ao seu convívio.
Ao se aproximar lentamente, observa belas garotas nuas se banhando na lagoa.
Quando elas notam a sua presença, nadam até a parte mais funda e gritam:
— Nós só saímos daqui quando você deixar de nos espiar e for embora.
O fazendeiro responde:
— Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés de meu criadouro.
Elas saem correndo peladas.
CONCLUSÃO:
A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos mais rapidamente.
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A professora pergunta a seus alunos:
– Se existem 3 passarinhos em um galho e você atira em um, quantos sobram?
– Nenhum! – responde o Joãozinho – todos saem voando com o barulho do tiro.
A mestra fica surpresa com a resposta:
– Não era essa a resposta que eu esperava, mas gostei muito do seu modo de pensar.
– Agora eu posso fazer uma pergunta pra senhora – pediu o Joãozinho.
– Pode Joãozinho.
– Tem 3 mulheres sentadas em um banco com picolés na boca. Uma lambendo o sorvete, outra está chupando e a terceira esta mordendo. Qual delas é casada?
A professora fica vermelha de vergonha, mas responde, timidamente:
– A que está chupando.
– Não! A casada é a que tem uma aliança no dedo, mas eu gostei muito do seu modo de pensar…
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Já avisei lá em casa. Quando eu morrer, quero que escrevam em minha lapide:
“Foi bom enquanto durou”
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– O senhor prefere anestesia local?
– Por quê. Acabou a estrangeira?
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